Matéria: Mas Afinal, O Que É Prog?


afinal-o-que-e-prog

Por Gustavo Souza Lopes
Originalmente publicado no Blog do Gusta

Desde que comecei a publicar minhas resenhas, tenho usado termos como Prog, Ecletic Prog, rock progressivo, metal progressivo, entre outros, mas para muitos, sei que esta não é uma definição clara ou de fácil associação. Nem mesmo para mim é, mas neste artigo pretendo ilustrar de alguma forma o que estes “rótulos” significam ou representam.

Premissas do Prog

Em primeiro lugar, devo dizer que estes rótulos só são utilizados por mim a fim de facilitar o agrupamento de informações sobre as bandas e os músicos utilizando a base de seu estilo de fazer música como base, mas de nada valem se você meu caro leitor não consiga fazer esta associação junto comigo. Estes rótulos não são por acaso, e tem como principal fonte o site Progarchives, uma das maiores, senão a maior, base de dados sobre a música progressiva, ou o Prog.

king-crimson-in-the-court-of-the-crimson-king-full

Mas afinal, o que é Prog?

Normalmente o termo Prog é usado como abreviação de rock progressivo, entretanto, ele representa muito mais do que o rock, permeando o jazz, música eletrônica, pop e até estilos de música folclóricos. Quando falamos da música progressiva, estamos falando de um conjunto de características que a representam. Em termos gerais, a música progressiva é caracterizada por:

  • Uma estrutura que evita a comum “verso-refrão-ponte”, usada na “música popular” ou “mainstream” no mundo todo. Esta estrutura do Prog pode conter longos trechos instrumentais, improvisações, contrastes entre um trecho e outro, ou até mesmo verdadeiras jornadas musicais que dificilmente serão reproduzidas em espaços como o rádio, que tende a se aproveitar de músicas entre 3 a 7 minutos no máximo. No Prog você pode facilmente encontrar canções que ocupavam um lado inteiro de um vinil, ou seja, 20 e poucos minutos. As vezes estas músicas são dividas em partes, as vezes não, dependendo da intenção do artista e do andamento da música.
  • Uso de constante experimentação com sons e mescla de instrumentos, principalmente quando estamos falando do rock (que geralmente é composto por uma banda de vocal/guitarra/baixo/bateria). Na maioria das vezes as bandas de Prog estão acompanhadas de um teclado ou algum instrumento semelhante, como um órgão Hammond, um Mellotron ou até mesmo verdadeiras big bands, com baixos Fretless, saxofones, percussão, instrumentos étnicos,entre outros. A influência do jazz e do blues são notáveis como as origens do Prog e podem inclusive, dependendo do caso, serem incluídos como um braço do termo hoje que define o que é Prog.
  • Normalmente as músicas populares no mundo todo costumam seguir um compasso de 4/4 ou 3/4 no caso do Rock. Isso representa o andamento da música. Geralmente, quando temos uma música 4/4, você facilmente consegue acompanhar o ritmo da música com quatro batidas (um, dois, três, quatro, repita…). No Prog, a quebra de tempo e diferentes tempos dentro de uma mesma música é algo comum. Estas quebras as vezes chegam a ser evidentes e chocar os ouvidos, outras nem tanto, mais sutis.
  • Presença de álbuns conceituais, onde os temas das letras são compostos de forma a explorar, como bem diz o nome, um determinado conceito ou uma história que prossegue ao longo das faixas. Estes conceitos também podem estar ligados a imagem da banda e a apresentação em diversos níveis, fora da música, como a embalagem, o conteúdo do encarte ou até mesmo sites desenvolvidos (hoje em dia, obviamente) para ambientar o ouvinte e ter uma experiência multimídia. Recentemente a presença de edições especiais, deluxe ou em vinil dos álbuns tem se tornado um padrão para os colecionadores e entusiastas.

    Vamos falar de gênero

Apesar do termo Prog ou rock progressivo ser de maior conhecimento do público em geral, o Prog em si possui diversos subgêneros, os quais podem conter ligações entre si. Portanto, uma banda tranquilamente pode estar contida em três, quatro subgêneros, apesar de possuir provavelmente um predominante, ou o álbum possui um subgênero dominante. Esta é uma tarefa confusa, complexa e controversa, que diverge de base de dados para a outra. Como mencionei no inicio, rotular o Prog é algo difícil, por conta da complexidade das composições em si. Alguns músicos como Steven Wilson não gostam da ideia de rotular sua música, mas para vias informativas, o faremos aqui como em muitos outros blogs/sites/fontes.

O rock e o metal podem predominar nos casos que exploro, mas uma banda de rock progressivo pode incorporar elementos de jazz, blues, bossa nova, reggae ou quaisquer sons regionais para criar algo próprio, cujo rótulo se tornará impossível, a menos que façamos uma redução nos elementos de seu som para identificar a base em um dos subgêneros do Prog. Não vou entrar em detalhes a história do Prog, até porque a intenção deste artigo é estabelecer um caminho para a identificação de possíveis bandas em seus subgêneros para facilitar comparações sonoras.

A redução nos subgêneros pode facilitar as explicações, mas não há nada melhor do que o ouvido para se acostumar com os padrões e facilitar sua identificação. Para isto, com base no Progarchives e meu conhecimento, aqui elenco os subgêneros que conheço dentro do Prog, suas características e nomes de interesse. Marcadas em negrito estão as bandas que considero fundamentais dentro de cada subgênero para o entendimento de minhas resenhas, entretanto deixo pelo menos cinco exemplos de cada para aqueles que querem se começar a explorar um determinado subgênero. Lembrando que alguns dos subgêneros podem conter seus próprios subgêneros, que foram agrupados aqui segundo a fonte que utilizei.

canterbury-sceneA cena de Canterbury (traduzida ao pé da letra) foi um dos primeiros subgêneros dos recém criado rock progressivo dos anos 60. Original da Inglaterra, mistura a ideia do rock progressivo em si com influências de jazz e do rock psicodélico da época para criar um padrão entre as bandas que seguiram esta linha.

Bandas: Caravan, Robert Wyatt, Gong, Khan, The Soft Machine

crossover-progO Crossover Prog, assim como o Art Rock, uma representação mais recente do que compreende as características do Crossover Prog, define as bandas que possuem um pé em cada lado da linha, sendo um lado o rock progressivo, e o outro lado a música popular. Geralmente o Crossover Prog pega emprestado algo da música popular, seja a estrutura mais usual de verso-refrão-ponte, ou pelo tamanho das composições, mais curtas, mais acessíveis ao público em geral, mas sem perder o lado progressivo.

Bandas: Supertramp, Mike Oldfield, Steven Wilson, Peter Gabriel, The Moody Blues

eclectic-progOposto ao Crossover Prog, o prog eclético é um dos subgêneros mais experimentais do Prog. Para um ouvinte leigo, sua estrutura e influências causam estranheza, pois vale tudo, desde pegar emprestado influências clássicas, free jazz, até mesmo reggae, sons estranhos ou instrumentos étnicos. Estas bandas tendem a mudar constantemente seu som ao longo da carreira, sem se importar com a direção que estão tomando.

Bandas: King Crimson, Van Der Graaf Generator, Gentle Giant, Steve Hackett, Beardfish

experimental-post-metalDividido em segmentos, este subgênero pode conter:
– Art Metal, que em resumo, é semelhante ao Crossover Prog e o Art Rock, mas puxado para o som do heavy metal.
– Eclectic Metal, semelhante ao Ecletic Prog, mas puxado para o heavy metal.
– Avant-garde Metal ou como gosto de chamar, o metal bagunça, onde as composições são extremamente complexas, imprevisíveis e as vezes difíceis de serem absorvidas (vamos falar novamente de Avant-garde mais a frente).
– Post Metal, um som puxado para o metal, entretanto com harmonias alongadas, “viajadas”, com uso de texturas de sons, principalmente riffs simples de guitarras. Geralmente é um som mais suave, apesar de ser considerado metal, ou como bem exprimem algumas definições, é o uso de elementos do metal para propósitos diferentes do metal em si. Confuso não?

Bandas: Tool, Devin Townsend Project, Anathema, Maudlin of the Well, Neurosis

heavy-progA melhor definição para este subgênero é o fato de que é primariamente influenciado pelo hard rock e blues principalmente, além do rock progressivo como base de seu som.

Bandas: Rush, Porcupine Tree, The Mars Volta, Haken, Anekdoten

indo-prog-raga-rockTem como base o raga, um estilo de música clássico indiano, que evoca a natureza, a metafísica e temas espirituais para compor um som cheio de padrões musicais, ritmos circulares e harmonias hipnóticas. Também pega emprestado influencias do jazz (principalmente na improvisação) e sons folk psicodélicos para criar uma instrumentação um tanto quanto “brisada”.

Bandas: Andre Fertier’s Clivage, Shakti With John McLaughlin, Codona, Wulf Zendik, Ananda Shankar

jazz-rock-fusionO jazz é um dos pilares que possibilitou a criação do rock progressivo, entretanto o jazz em si foi influenciado pelo rock progressivo/psicodélico ao longo do tempo. A fusão dos elementos do rock com o jazz, além da combinação do jazz com elementos de outros estilos musicais diversos fora esta categoria que pode ser considerada como um subgênero do prog por referência circular.

Bandas: Miles Davis, Mahavishnu Orchestra, Billy Cobham, Hiromi Uehara, Nucleus

krautrockTambém conhecido como Kosmische Musik ou música cósmica, o krautrock é um estilo original da Alemanha, um movimento de rock experimental/avant-garde (bagunça), que se utiliza de influencias do rock psicodélico somado a tratamentos eletrônicos, manipulação sonora e temas minimalistas hipnóticos. O krautrock não se importa com estrutura, compasso, ritmo, e muitas vezes parece uma grande experimentação que flui no horizonte.

Bandas: Popol Wuh, Ash Ra Tempel, Amon Düül II, Dom, Can

neo-progO Neo-Prog é um estilo fortemente influenciado pelas bandas de rock progressivo sinfônico dos anos 70, porém utilizando o melhor da instrumentação moderna para criar um som além do seu tempo. O Neo-Prog é o estilo do Prog que mais mudou de sua criação nos anos 90 até hoje, sempre se utilizando da tecnologia de sua época incorporada a estrutura do rock progressivo sinfônico, principalmente no que diz respeito ao uso de teclados, que cada vez mais modernizam seus sons, sendo capazes até de simular uma orquestra, ou instrumentos mais antigos. Esta mistura do antigo com o moderno é a definição mais simples para o Neo-Prog.

Bandas: Marillion, IQ, Arena, Sylvan, Collage

post-rock-math-rockAssim como o Post-Metal pode ser definido como o uso de elementos do metal para propósitos diferentes do metal, o Post-Rock é o uso de elementos do rock para propósitos diferentes do rock. O uso de guitarras para a criação de sons diferentes dos timbres usuais é um destes exemplos. O uso de harmonias dissonantes e estruturas musicais emprestadas do krautrock também podem ser elencadas como Post-Rock. Caminhando na mesma linha tênue, temos o Math rock, que empresta os mesmos elementos, além do punk como sua base, para criar uma sonoridade complexa e ritmos incomuns, alternando bastante entre um ritmo calmo mais explorado no Post Rock, e um ritmo mais agressivo puxado do Krautrock.

Bandas: Toe, Swans, Magyar Posse, Jakob, Sigur Rós

prog-folkBasicamente é a junção do rock progressivo e psicodélico com elementos folk e sons étnicos, que podem mudar dependendo do pais de origem da banda em questão.

Bandas: Jethro Tull, Los Jaivas, Comus, Gryphon, Secos e Molhados

progressive-eletronicUma soma de elementos derivados da música eletrônica combinada com pitadas do rock progressivo, é um estilo mais complexo, instrumental e experimental. Na maior parte do tempo, os músicos no progressivo eletrônico tendem a criar atmosferas instrumentais, ambientações e horizontes etéreos com a soma de dezenas de camadas sonoras.

Bandas: Tangerine Dream, Klaus Schulze, Kraftwerk, Zanov, Brian Eno

progressive-metalO mais fácil de definir em poucas palavras dos subgêneros, é a junção do rock progressivo como o metal e seus diversos subgêneros. Simples assim, podendo pender mais para o rock ou mais para o metal, mas sempre mesclando ambos.

Bandas: Dream Theater, Riverside, Pain of Salvation, Symphony X, Fates Warning

proto-progSão consideradas as bandas que deram o primeiro passo em direção ao progressivo, mas sem exatamente na época em que surgiram serem consideradas como progressivo. A maioria destas bandas lançou seus álbuns anterior aos anos 70, sempre elencando um ou outro elemento, mencionado no inicio desta matéria, que acabou se tornando base para o progressivo.

Bandas: The Beatles, The Who, The Doors, Deep Purple, Jimi Hendrix

psychodelic-space-rockO rock psicodélico é o elo entre as bandas que deram origem ao rock progressivo (Proto-prog) e o rock progressivo em si. Também com raízes nos anos 60, podemos dizer que alguns álbuns das bandas consideradas como proto-prog provavelmente também estão inseridas nesta categoria. Entretanto, o que se seguiu foi uma explosão de bandas explorando de forma mais purista a psicodelia em si junto com o rock. Experimentação obviamente é um de seus elementos mais importantes, entretanto nem todas as bandas em si rumaram em direção ao progressivo, mantendo-se no rock básico. Como uma variação da época, o space rock compartilha elementos do krautrock por conta de sua ambientação sonora, temas e referencias ao espaço literalmente. Estes dois subgêneros acabaram dando origem a outros mais modernos, como o Acid Folk e o Stoner Rock, assim como Prog Folk, entre outros.

Bandas: Pink Floyd, Eloy, No-Man, Oceansize, Os Mutantes

rio-avant-progTalvez eu esteja sendo um pouco simplista e até preconceituoso, entretanto, minha definição de Avant-garde, independente do contexto, é traduzida como “bagunça”. É o gênero menos acessível do progressivo, pois tende a quebrar qualquer estrutura ou interpretação da música “mainstream”. Dissonâncias, atonicidade, complexidade, improvisação, imprevisibilidade, fusão de gêneros muito distantes ao extremo são apenas algumas das características do prog bagunça. Como um agrupamento, também temos o “Rock in Opposition”, ou RIO, que foi um movimento mais ideológico do que musical, entretanto suas qualidades rebeldes acabaram se fundindo ao que hoje é representado pelo gênero sonoro com o prefixo AVANT.

Bandas: Frank Zappa, Art Zoyd, Thinking Plague, Univers Zero, The Residents

rpiNão se deixe iludir pelo nome, nem toda banda de rock progressivo italiano se enquadra aqui. Na verdade, o RPI evoluiu a partir do sinfônico, com características bem distintas dos outros subgêneros da época. Basicamente a maior influência do RPI é a música clássica e a experimentação que estas bandas fizeram com esta fusão, além do uso do idioma italiano em si. As músicas tendem a serem mais dramáticas, principalmente no vocal. Algumas bandas chegam a incorporar elementos de opera ou operetta para amplificar este drama. Podemos considerar por conta de uso de instrumentação étnica que há elementos de folk no RPI, entretanto, há tantos elementos misturados que só podemos dizer que é RPI e ponto.

Bandas: Premiata Forneria Marconi, Banco Del Mutuo Soccorso, Museo Rosenbach, Area, Le Orme

symphonic-progO rock progressivo sinfônico é um dos gêneros mais famosos e muitas vezes é o gênero que é confundido como o rock progressivo como um todo. A maioria das bandas que são consideradas clássicas no rock progressivo estão neste estilo. A definição do rock progressivo sinfônico é praticamente a mesma genérica do rock progressivo, como misturas de elementos, experimentação, teclados, formatos longos e não apropriados para o lado comercial da música, como o rádio. Também há uma influência da musica clássica no sinfônico, as vezes até direta. Apesar destas bandas não tocarem sinfonias no termo literal da palavra, para o rock da época que surgiu, o que estas bandas faziam em si era praticamente uma sinfonia. No auge de bandas como o Yes ou Emerson Lake & Palmer, lados inteiros dos discos eram uma única música, que equivale a 20 minutos de música sem interrupção. Foi um choque para a época, portanto, o nome se manteve mais por conta da longa e complexa estrutura do que pela sonoridade em si.

Bandas: Yes, Genesis, Camel, Emerson Lake & Palmer, Focus

tech-extreme-prog-metalEsta categoria agrupa e elenca as bandas de estilos do metal mais extremista, como o Thrash Metal ou Death Metal, mas que se utilizaram de influências progressivas para criar um som distinto. Esta categoria pode parecer um pouco genérica, mas inclui: Thrash Metal, Death Metal, Black Metal, Metalcore e Djent, todos fundidos com o progressivo. Este movimento começou no fim dos anos 80 e se mantém até hoje. Algumas fontes consideram este estilo, principalmente o Djent, como o metal progressivo mais moderno, entretanto há bastante controvérsia nas discussões entre os “progueiros de raiz” com os “progueiros modernos”.

Bandas: Opeth, Death, Cynic, Meshuggah, Animals as Leaders

zeuhlNascida da banda Magma, Zeuhl é uma palavra de um idioma fonético criado pela banda que significa celestial. Sua sonoridade pode ser caracterizada pela fusão do rock com a música erudita, além do jazz e outros gêneros musicais mais experimentais e improvisados.

Bandas: Magma, Dün, Eskaton, Weidorje, Universal Totem Orchestra

Concluindo

Além desta longa explicação, criei (mais ou menos) dois gráficos (porcos mas funcionais) para facilitar o entendimento: um com a evolução do Prog, bem como algumas relações (pode conter erros) ao longo dos anos e um gráfico com o estilos mais acessíveis aos menos acessíveis ao ouvinte que não está acostumado com o rock progressivo.

Este gráfico (meio que) elenca as origens, não necessariamente a data de origem nem co-relações

Este gráfico (meio que) elenca as origens, não necessariamente a data de origem nem co-relações

A acessibilidade de estilo para estilo, neste caso, é uma interpretação pessoal

A acessibilidade de estilo para estilo, neste caso, é uma interpretação pessoal

É importante ressaltar que, como já mencionei, bandas de rock progressivo tendem a incorporar subgêneros diferentes ao longo de sua carreira. Isso ocorre por conta da característica da experimentação e mix de gêneros, algo frequente, portanto, não se assuste por exemplo ao perceber que saindo dos anos 70, muitas bandas de Symphonic Prog acabaram migrando para o Heavy Prog, ou mesmo para o Hard Rock, que nem no caso é considerado um subgênero que permeia o Prog em si.

Como a ideia desta matéria não era descrever a história do Prog e sim os inúmeros subgêneros, encerro meu post por aqui. Esta é uma abordagem que utilizo para classificar o que ouço, o que não quer dizer que é absoluta. É possível que outras fontes ramifiquem alguns destes subgêneros ou mesmo elenquem outros subgêneros. Deixo aqui a sugestão a você de colocar estas informações adicionais nos comentários, e se falei alguma besteira por favor me corrija.

Um abraço e até mais!

Anúncios

Autor: Gusta

Brasileiro, nascido em 89, escritor, roteirista, designer e outros blablablas

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s