Resenha: Älgarnas Trädgår – Framtiden Är Ett Svävande Skepp, Förankrat I Forntiden (1972)


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Resenha: Diego Camargo

Nota: 169d0-4stars

Banda: Älgarnas Trädgår
Disco: Framtiden Är Ett Svävande Skepp, Förankrat I Forntiden
Ano: 1972
Selo: Silence
Tipo: Estúdio

Faixas:
01. Två Timmar Över Två Blå Berg Med En Gök På Vardera Sidan, Om Timmarna, Alltså – 13′13
02. Det Finns En Tid För Allt, Det Finns En Tid Då Även Tiden Möts – 6′10
03. Möjligheternas Barn – 3′12
04. Tristans Klagan – 1′41
05. Viriditas – 2′59
06. Saturnus Ringar – 7′15
07. Framtiden Är Ett Svävande Skepp, Förankrat I Forntiden – 5′06

Integrantes:
Andreas Brandt – vocais/violino/flauta e percussão
Mikael Johanson – baixo e percussão
Dennis Lindh – bateria e percussão
Dan Soderqvist – guitarras e percussão
Jan Ternald – mellotron/piano/moog/órgão e piano elétrico
Sebastion Oberg – cello/flauta/cítara e tablas

Resenha:

01. Två Timmar Över Två Blå Berg Med En Gök På Vardera Sidan, Om Timmarna, Alltså
Os sinos do alvorecer despertam um novo dia para uma nova (ou quase) percepção de sentidos alternados. Sintetizadores, tablas, guitarras com melodias hipnóticas e uma porrada de sons interessantes. Um som espacial com momentos de kraut, onde as guitarras em dupla incendeiam toda a faixa. Depois de uma longa parte de guitarras, dessa vez é hora de violino, sintetizador e o que mais vier pela frente tascar uma melodia infernal e tensa. Mais de 13 minutos de loucura se passou, e temos a sensação de termos sido hipnotizados pelo som.

02. Det Finns En Tid För Allt, Det Finns En Tid Då Även Tiden Möts
No rastro da loucura inicial cai a bomba de sensações, uma flauta, rua, cachorro, o som dos trovadores alegres no meio de uma cidade em caos. Cítaras e percussão indiana, o típico som louco que os anos 60 carregaram com orgulho e que o pessoal do início dos 70 herdou.

03. Möjligheternas Barn
Uma estranha língua (ou simplesmente cantada estranhamente, já que a banda é sueca risos) é levada por melodias de violino e estranhas percussões. Eu penso nesse som como um mantra.

04. Tristans Klagan
A parte ‘clássica’ da banda. Nem sempre os instrumentos estão em total sintonia, mas esse ‘desleixo’ deixa um gosto de novidade ao som.

05. Viriditas
Mais uma vez a melodia de violino é estranha, piano segue uma linha tortuosa e climática, aliás, especialidade da banda no disco, os diferentes climas estranhos.

06. Saturnus Ringar
Com um nome como ‘Anéis De Saturno’ você estava esperando o que? É claro que é um rock espacial sem precedentes e quase sem limites em termos sonoros, bateria pela primeira vez a frente, muitas guitarras. Um baixo grave e em repeteco eterno, violino ‘gritando’. O fim quase me enganou num quase Pink Floyd.

07. Framtiden Är Ett Svävande Skepp, Förankrat I Forntiden
Olha esse título genial ‘ O Futuro é um Navio Pairando, Ancorado no Passado’ genial isso. E junto com um título desse, logo no começo um estranho som que me pareceu a imitação do ranger de um navio ao mar. Em seguida as melodias de teclado encobrem um campo tão grande da música que não há possibilidade de não se deixar envolver por ela.

Esse disco é praticamente instrumental e cheio de climas, muito interessante.

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