Resenha: Clearlight – Clearlight Symphony


Por Diego Camargo

Nota:

Disco: Clearlight Symphony
Ano: 1973
Selo: Virgin

Faixas:
01. 1st Movement – 20′37
02. 2nd Movement – 20′40

Integrantes:
Cyril Verdeaux – teclados/sintetizadores/mellotron e percussão
Gilbert Artman – bateria/percussão e xilofone na faixa 2
Tim Blake – sintetizadores e percussão na faixa 1
Christian Boulé – guitarra na faixa 2
Steve Hillage – guitarra na faixa 1
Martin Isaacs – baixo na faixa 2
Didier Malherbe – saxofone tenor na faixa 1

Resenha:

01. 1st Movement
Pianos é claro! E com uma tremenda de uma melodia tenebrosa, cheia de detalhes do mal. (risos) Bateria e guitarras entram em cena de maneira muito, mas muito interessante.
Baixo afiado (não acredito que seja o sintetizador por aqui), vários teclados e sintetizadores.
É difícil resenhar faixas longas, pois elas vão simplesmente se desenrolando em grandes melodias e faixas sensacionais.
As coisas por aqui caminham de maneira energética e cheia de ótimas melodias e sensações.
Sem contar que Cyril Verdeaux é um virtuoso ao piano.
Um progressivo sinfônico da melhor qualidade, cheio de viradas de tempo, pianos fantásticos, guitarras espaciais, e Gilbert Artman em baterias sensacionais.
Nas poucas guitarras que aparecem por aqui Steve Hillage está perfeito.
O piano é uma coisa dos infernos quando querem que o seja.

02. 2nd Movement
Uma continuação natural do primeiro movimento. Dessa vez mais e mais toneladas de sintetizadores povoam a faixa de todos os lados.
Galinhas? Quase! É o saxofone mesmo, mas a coisa chega muito perto disso! Uma loucura dos infernos!
Dessa vez quem encarna na guitarra (e muito bem por sinal) é Christian Boulé, fazendo solos loucos e sem ‘sentido’, é todo o ‘ar’ do disco.
A calmaria volta quase na metade do disco para que a melodia renasça e converta os pensamentos em belas anunciações de beleza.
Mais á frente a percussão indiana toma frente com aquele ‘jarro’, aquele som característico. Enquanto isso muitos sintetizadores dão entrada no som Clearlight.
Mais que doideira do começo ao fim.

Um disco que apesar de ser inteiramente instrumental (não é muito minha praia) prende e muito a tenção.

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