Pure Reason Revolution – Cautionary Tales For The Brave (Resenha Diego Camargo)


Resenha: Diego Camargo

Nota: 

Banda: Pure Reason Revolution
Disco: Cautionary Tales For The Brave
Ano: 2005
Selo: Sony/BMG
Tipo: Estúdio/EP

Faixas:
1. In Aurelia – 3’51
2. The Bright Ambassadors Of Morning – 11’50
3. Arrival/The Intention Craft – 8’36
4. He Tried To Show Them Magic/Ambassadors Return – 5’16

Formação:
Jon Courtney – voz/guitarras e teclados
Chloe Alper – voz e baixo
Jamie Wilcox – voz e guitarras
Jim Dobson – voz/teclados/guitarras/baixo e violino
Andrew Courtney – bateria

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Resenha:
1. In Aurelia
Uma coisa meio Radiohead, guitarras pesadas e batida eletrônica. O vocal ressoa no fundo da música como uma câmara sonora.
Alternam o peso com a novidade sonora, tudo encaixado com os ótimos vocais, todos como num coral.

2. The Bright Ambassadors Of Morning
Teclados em camadas de sons espaciais e a bateria de Andrew Courtney em primeiro plano. E como já podemos notar os vários vocais são destaque no som da galera, chegam ao ponto de deixar somente os vocais como prato principal.
A banda começa pra valer aos 2 minutos e meio com a bateria de Andrew dividindo espaço com as programações e as variadas linhas de teclado.
Os vocais entram e a canção toma formas cada vez mais interessantes, são várias as melodias vocais sobrepostas, guitarras pesadas, o baixo de Chloe Alper é bem grave e ‘certo’.
São 6 minutos e alguns segundos, a melodia inicial muda, os vários vocais dão espaço a uma melodia bem espacial com o baixo de Chloe à frente num riff ‘delicioso’ na linha do Yes em alguns momentos, dois, as vezes três teclados se sobrepõem, uma das guitarras sempre em dedilhados interessantes.
Aos 8 minutos e meio quase pendei ter ouvido o Audioslave, um riff pesadão, mas com um teclado muito bom no fundo do peso. Uma viagem só!
O ‘refrão’ (se o pudermos chamar assim) tem melodia interessante, enquanto uma voz canta o nome da música, os outros vocais estão num coral de vozes sensacional.

3. Arrival/The Intention Craft
Colada com a faixa anterior a terceira canção na sua primeira parte (‘Arrival’) vem no mesmo embalo da anterior.
Já ‘The Intention Craft’ é sensacional, tanto em melodia quanto em harmonia. Os vocais divididos entre seus integrantes é ponto crucial, e eles levam vantagem em ter um vocal feminino na banda, e o melhor, não é um vocal enjoado como a maioria das vezes, dessa maneira eles podem montar muitas melodias vocais com essa grande diferença de vozes.
Na parte final uma grande explosão vocal, partes sonoras mais moderadas sem que percam o brilho. Poderia dizer que essa faixa é o ponto forte do quase EP.

4. He Tried To Show Them Magic/Ambassadors Return
Sensacional o início! Todo sincopado – vocal e ritmo. Mais uma vez a vantagem das várias vozes e do vocal feminino.
Linhas de guitarras leves, sem tantos efeitos. Pouco depois do primeiro minuto a banda entra em uma melodia calma e cheia de vozes. Mas aos dois minutos um riff toma conta de tudo e os vocais a seguem, muito bom riff por sinal.
A parte antes da melodia final é cercada de guitarras razoavelmente pesadas e um belo de um teclado no fundo, mas o que vem a seguir é que encanta o coração, que melodia a la Beach Boys mais que sensacional, bate direto no coração.

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