40 Anos De 666 Do Aphrodite’s Child (Por Mairon Machado)


Por Mairon Machado

Um dos discos mais ousados da história da música está completando 40 anos nesse mês de junho. Trata-se da obra-prima 666 (The Apocalypse of John, 13/18), lançado pelo grupo grego Aphrodite’s Child.

Aos desconhecedores desse grandioso álbum, fica o alerta da necessidade mais que urgente de ouvir a história registrada nesse álbum duplo, o qual demorou vários meses para ser lançado, envolto em torno de polêmicas e brigas entre os integrantes do grupo.

Formado por dois grandes nomes do rock grego, o vocalista e baixista Demis Roussos e o tecladista Vangelis, além do baterista Lucas Sideras, o Aphrodite’s Child já fazia algum sucesso no final da década de 60, através de canções que lembravam bastante a fase psicodélica do grupo australiano Bee Gees, e entrou o ano de 1970 com dois discos na carreira: End Of The World (1968)It’s Five O’Clock (1969), destacando canções como ‘Rain And Tears’, ‘Let Me Love, Let Me Live’ e ‘It’s Five O’Clock’, além do compacto ‘Spring, Summer, Winter And Fall’ de 1970, que inclusive chegou a ser lançado aqui no Brasil.

A formação clássica do Aphrodite’s Child: Sideras, Roussos e Vangelis

O sucesso desses dois álbuns foi tamanho na Europa (principalmente França e Itália) que o grupo partiu para uma longa turnê pelo continente, porém sem ter Vangelis nos teclados, que preferiu ficar nos estúdios para compôr trilhas sonoras para filmes. Passado a turnê, o grupo reuniu-se e começou a criar e gravar o terceiro álbum, o qual era uma adaptação ao “Livro das Revelações da Bíblia”, baseado no Apocalipse de São João, do Novo Testamento.

Para isso, recrutaram o sargento Argyris Kouloris. Ele foi o primeiro e único guitarrista do Aphrodite’s Child logo no início da banda, na década de 60, mas abandonou o grupo para seguir carreira militar pouco depois. Em 1970, ele decidiu dar um tempo ao exército, onde já estava na posição de sargento, e aceitou o convite dos velhos amigos Vangelis e Roussos para gravar o novo álbum da banda. Com a fome de um leão que não vê carne há semanas, Kouloris foi o responsável por, junto com as ideias malucas de Vangelis, por mudar o som do Aphrodite’s Child para algo totalmente progressivo.

O quarteto formado dedicou-se para a construção musical daquela que seria a principal obra da banda, totalmente criada por Vangelis e com letras do cineasta grego Costas Ferris.

Roussos, Vangelis, Sideras e Koulouris

Costas escreveu um livro conceitual para o álbum, 666 (The Apocalypse of John, 13/18), e a ideia era simples: um grande circo com acrobatas, dançarinos, elefantes, tigres e cavalos mostrando um espetáculo refente ao fim do mundo. Enquanto o show ocorre com diversos efeitos de luz e som, algo estranho começa a acontecer fora do circo, que é a revelação da destruição do planeta Terra. O público acredita que o que acontece fora do picadeiro faz parte do show, mas o narrador começa a alertar a plateia que aquilo é real. Então, uma imensa e densa batalha entre o bem e o mal passa a ser travada, até que um deles vença!

Mas, logo após o início das gravações, o ano de 1971 começou com o clima entre os integrantes se tornando cada vez mais pesado, já que as composições e o intelecto de Vangelis exigiam muito dos demais, além do fato de que Roussos estava se tornando incomodado com o fato de ser segundo plano. Durante três meses, as gravações ocorreram entre diversas brigas, e sem nenhuma fala sendo trocada entre Vangelis e Roussos. Inclusive, dizem que os dois chegaram a entrar em vias de fato por algumas vezes.

A guerra de egos culminou com o fim do grupo após o término de gravação do disco, que ocorreu em meados de março daquele ano. O interessante é que, segundo relatos, quando o grupo começava a gravar, era como se eles fossem os velhos amigos de sempre, rindo, trocando olhares e sentindo a harmonia entre eles, mas bastava acabar a música para as caras fechadas surgirem novamente.

Roussos partiu para uma bem sucedida carreira solo, começando com o single de ‘We Shall Dance’ (ao lado de Sideras) e com o lançamento de seu primeiro álbum solo, On The Greek Side Of My Mind (1971). Sideras também partiu para carreira solo, lançando em fevereiro do ano seguinte o disco One Day (1972), enquanto Vangelis permaneceu na gravadora do Aphrodite’s Child, a Mercury, onde viria a gravar em 1973 a trilha de L’apocalypse Des Animaux, além de se esconder sob o pseudônimo de Alfa e lançar, ao lado da namorada Vilma Ladopoulou (Beta), o single ‘Alfa Beta’.

Porém, Vangelis queria que o material gravado entre 1970 e 1971 fosse lançado de alguma forma. A autorização de Sideras e Roussos foi imediata, mas Vangelis barrava na própria Mercury, que rejeitou o álbum desde o início, a começar pelo título do disco, 666. Os chefões da Mercury achavam o nome muito sugestivo, e além disso o álbum continha algumas músicas “pesadas” para a época. No final, depois do lançamento dos trabalhos solos de Sideras e Roussos, a Mercury concordou em lançar parte do material, o que desagradou, e muito, a Vangelis.

Em junho de 1972, através da Vertigo, na época uma pequena subsidiária da Mercury (que decidiu não se expor com aquele trabalho), chegou às lojas o hoje cultuado 666 (The Apocalypse of John, 13/18) (1972), trazendo na capa a primeira das polêmicas em torno do mesmo. Originalmente, Vangelis queria que a capa fosse a mesma elaborada para o livro de Costas, onde o número “666” era escrito como que feito por gotas de sangue sobre um fundo totalmente negro, sem nada mais. Infelizmente essa capa foi arquivada, e o que temos é apenas o “666” gravado em letras brancas sobre um fundo negro e com um envoltório vermelho em volta. Uma capa próxima a original foi lançada na primeira versão inglesa, porém com o 666 em branco, e que foi substituído em seguida pela versão que hoje conhecemos. Essa versão inglesa é raríssima.

A capa original de 666, com pequenas alterações para poder ser lançada

Nas notas, algumas linhas diziam que o disco havia sido concebido sob a influência de sahlep, o que para os produtores da Mercury era uma evidência clara do uso de drogas nos estúdios ou, então, da realização de um ritual satânico entre os membros da banda (na verdade, sahlep é uma espécie de chá turco feito com raiz de orquídea).

Deixaremos as polêmicas de lado por enquanto, e vamos partir para o maravilhoso mundo registrado em 666, sem dúvida alguma uma das melhores obras criadas no século XX. Vale lembrar que temos nele a participação especial de vários convidados, entre eles John Frost (voz), Harris Halkitis (baixo, percussão, conga, bateria, sax alto, sax tenor e caixa), Irene Papas (voz), Michel Ripoche (trombone, saxofone, sax tenor) e Vannis Tsarouchis (voz), além de textos gregos feitos por Yannis Tsarouchis.

666 (The Apocalypse of John, 13/18) (1972) – Disco 1 na íntegra

Totalmente diferente dos dois primeiros álbuns do Aphrodite’s Child, principalmente pela inclusão de Koulouris, o disco abre com os polêmicos vocais de ‘The System’, dizendo “We got the system, to fuck the system”, mostrando que ali está uma obra carregada de ironia e sarcasmo, seguida por ‘Babylon’, onde Koulouris traz o riff principal acompanhado por gritos de plateia, seguido por bateria (a qual foi tocada por Vangelis), baixo e os vocais de Roussos em um ritmo muito confuso. Metais são adicionados, executando notas curtas. A estrofe é repetida, encerrando essa primeira canção com um curto solo de Koulouris.

A deliciosa ‘Loud, Loud, Loud’ vem com os vocais ingênuos de uma criança acompanhados pelo piano de Vangelis e as vocalizações com o nome da canção, para então surgir ‘The Four Horsemen’. Essa canção parece ter sido gravada nos dias de hoje, principalmente pela levada de bateria. A faixa começa com barulhos de talheres batendo em copos e os vocais agonizantes de Roussos sendo acompanhados por acordes de teclados. O clima é de viagem total em uma das letras mais diretas e fáceis da banda. Após as duas primeiras frases, citando o primeiro e o segundo cavaleiro do apocalipse, bem como suas posses, surge o refrão, narrando a cor dos cavalos e com um acompanhamento simples de baixo, teclado e bateria (bem atual). Mais duas frases são cantadas (agora citando o terceiro e o quarto cavaleiro e suas posses), e voltamos para o refrão, para nesse embalo simples Koulouris detonar um maravilhoso solo de guitarra sobre os “pá-pá-pá-pá-pá-rá-rá” cantados por todos.

A instrumental ‘The Lamb’ apresenta instrumentos gregos, com destaque para o solo de guitarra grega feita por Koulouris e o acompanhamento de sax e vocalizações. A sequência é alucinante. Camadas e camadas de teclados, guitarra, bateria e baixo são adicionadas para formar o colchão jazzístico onde Vangelis deita seus dedos para solar livremente no moog. Fantástico é pouco, e aqui o volume máximo tem que estar nas caixas de som. O lado A encerra-se com ‘The Seventh Seal’, e a guitarra grega fazendo um tema acompanhado por xilofone e algumas intervenções de flauta, com Frost narrando a chegada do apocalipse.

A versão final, lançada pela Vertigo, com o famoso rótulo da gravadora

O lado B começa com a viajante ‘Aegian Sea’, uma prévia do que Vangelis faria no futuro em suas trilhas sonoras. Teclados muito viajantes são executados sobre acordes de guitarra e baixo, com leves batidas nos pratos. Vozes tornam o ambiente ainda mais delirante, e é fácil fechar os olhos e enxergar um local totalmente destruído neste momento. A bateria entra, com baixo, sax e sax tenor executando o mesmo tema. Mais vozes e o tema de sax surgem, para finalmente Koulouris solar lindamente acompanhando o vocal distorcido de Frost narrando o apocalipse (“the sun was black, the moon was red, the stars were falling, the earth has trembling”). Arrepiante e ao mesmo tempo belo!

‘Seven Bowls’ é mais uma viagem, onde em meio a barulhos de percussão e teclados, vozes narram a localização das sete “bacias” do apocalipse (terra, mar, rios, sol, besta, estrelas, ar) e o que acontece com os locais, abrindo espaço para as viagens instrumentais de ‘The Wakening Beast’, com muita percussão e sons estranhos.

Cânticos são ouvidos em ‘Lament’, outra faixa arrepiante, desejando alas (amargura) para a raça humana e o rei dos reis, e que é mais uma demonstração do talento de Vangelis em criar trilhas. Os metais retornam na instrumental ‘The Marching Beast’, onde novamente podem ser ouvidos instrumentos gregos, bem como flautas e piano, que é responsável pelo solo principal.

Temos então duas faixas intercaladas por anúncios dos nomes das canções: ‘The Battle Of The Locusts’, um rockzão com um grande solo de Koulouris, mostrando toda a sua técnica, e ‘Do It’, com o solo de guitarra em um ritmo muito mais rápido, puro hard, e com ótimo acompanhamento de Roussos no baixo e de Sideras na bateria.

‘Tribulation’ é uma pequena vinheta construída pelos metais, levando a ‘The Beast’, que de forma hilária pergunta: “Quem pode encontrar a besta?”. Um rock original, cantado por Frost, com acompanhamento de piano, baixo e bateria, além de ótimas intervenções de Koulouris, com a faixa perguntando “telionoume edho pera etsi?”, ou seja, “vamos para o clímax?”. O lado B encerra com a vinheta de ‘Ofis’, trazendo uma das frases da peça teatral grega Karagiozis, Alexander the Great and the Cursed Serpent.

666 (The Apocalypse of John, 13/18) (1972) – Disco 2 na íntegra

O apresentador do circo então nos mostra as ‘Seven Trumpets’, seguida pela paulada de ‘Altamont’, onde os metais são os destaque sobre o clima denso construído pelos teclados e pela levada baixo/bateria. Roussos faz algumas vocalizações, com um belíssimo solo de Ripoche, e canta a letra da canção sobre a intrincada levada, começando a preparar o ouvinte para a alucinante sequência do disco, que irá começar com a instrumental de ‘The Wedding Of The Lamb’, novamente com muita percussão e metais.

‘The Capture Of The Beast’ é o momento de preparação para o clímax desejado no final do lado B, onde Roussos adverte que o que ouvimos antes fora “o casamento do cordeiro, e que agora irá ocorrer o casamento da besta”, isto sobre camadas de percussão e teclados, que ficam sendo empregadas durante toda a canção.

Irene Papas, a voz de ‘∞’

O clímax ocorre na Maravilha Prog ‘∞’, onde Irene Papas apenas fala as frases “”I was, I am, I am to come”, uma inversão para “who was, is, is to come” contida na Revelação e atribuída a Deus, de forma aleatória (e que podem facilmente serem interpretadas como “I was, I’m and I want your cum”)  enquanto entra em vários estágios de histeria, no embalo de um ritmo sexual criado por um redemoinho de percussões, tocadas por Vangelis. Neste ponto, o demônio começa a utilizar esta frase dentro de seu ego e assim tenta renascer ou então criar outro ego, fazendo amor com ele mesmo até atingir o orgasmo!

A audição desta faixa é obrigatória para todos aqueles que se dizem conhecedores de música, não por ela ser uma canção excelente ou maravilhosa, mas sim pela genialidade e a ousadia do grupo em gravar algo como isso, que realmente impressiona (principalmente pelos gritos histéricos e a variação de vozes de Irene) e que em sua versão original contava com 39 minutos da mais pura orgia sendo realizada nos estúdios, o que foi rapidamente atorado pela Mercury, que chamou aquilo de blasfêmia, sendo lançados apenas cinco minutos desse espetáculo sexual, ainda contra a vontade da gravadora, mas com a justificativa de que era uma peça fundamental para compreensão da obra.

Inicialmente, quem iria cantar essa canção era algum inglês, pois Costas gostaria de ouvir a histeria do narrador através de um sotaque britânico, mas quando Irene surgiu foi dada a ideia para ela, que topou e fez todas as vozes de puro improviso, o que torna essa faixa ainda mais atraente. Outro detalhe interessante é que na Espanha essa faixa foi riscada no álbum quando do seu lançamento (algo como feito com as canções da Blitz aqui no Brasil nos anos oitenta), e a venda de 666 foi proibida por lá durante muitos anos somente por causa de ‘∞’. Dica: mostre essa música para sua mãe e diga que quem está tocando percussão é o mesmo cidadão que fez a música que estava na abertura de sua formatura e duvido que ela acredite, se é que ela vai chegar até o primeiro minuto da canção.

O lado C encerra com ‘Hic Et Nunc’, outro belo rock, com o piano sendo destaque ao lado da guitarra e das vozes. Bom som para fechar esta etapa do apocalipse.

O lado D é talvez o mais difícil de ser assimilado, contando com apenas duas canções, a longa ‘All The Seats Were Occupied’, onde praticamente um resumo de todo o álbum é feito. Começa com uma viajante sessão de guitarra e moog apenas, crescendo com a adição da bateria e do baixo (lembrando muito ‘The End’ dos Doors) e passando por vários temas do disco, inclusive com algumas frases de ‘∞’. Alterna momentos com a guitarra solando de forma alucinada e outros incrivelmente soturnos e demoníacos, onde o baixo predomina, encerrando com uma frase retirada de um disco de ensinamento de inglês da BBC que diz apenas “all the seats were occupied”, e leva ao final do LP com ‘Break’. Nesta faixa Roussos se despede dos amigos, com o acompanhamento do piano, enquanto Vangelis canta de forma jazzística “stoobeedooobedoo”, com direito a um pequeno solo de guitarra e finalmente a despedida final, dizendo apenas “fly, high and then you make it” e “do it”.

Single de ‘Break/Babylon’

Um single de 666 (1972) foi lançado em novembro de 1972, ‘Break / Babylon’, e que acabou pegando pó nas prateleiras, assim como o álbum, que não vendeu muito principalmente por causa da censura em torno do mesmo. Porém, nos dias atuais 666 (1972) é considerado como um dos principais discos do rock progressivo e o melhor da carreira da Aphrodite’s Child. Em uma pesquisa feita pelo conceituado site All Music Guide, 666 recebeu quatro estrelas e meia em uma cotação de cinco, com a justificativa de que ouvir o álbum na íntegra era demasiadamente complicado. Já a IGN Entertainment classificou 666 como o terceiro melhor disco progressivo de todos os tempos, ficando atrás apenas de In The Court Of Crimson King (1969) do King Crimson em segundo lugar e The Lamb Lies Down On Broadway (1974) do Genesis.

Segundo Roussos e Vangelis, a Mercury podou e muito a versão original do álbum, que era para ser lançado em formato quádruplo. Os outros dois discos (incluindo a versão completa de ‘∞’) estão perdidos em algum lugar deste planeta, esperando por uma alma para lançá-los para nós, meros mortais.

Roussos seguiu em uma carreira solo voltada para o pop, tocando em diversos países e lançando um CD chamado Live In Brazil (2006)anos depois, enquanto Vangelis virou o monstro sagrado dos teclados que conhecemos hoje, com participações em várias trilhas sonoras de filmes, além de formar dupla no início dos anos oitenta com Jon Anderson (vocalista do Yes), com quem também obteve relativo sucesso. Vez ou outra Vangelis e Roussos se encontraram nos estúdios, como nas gravações de Chariots Of Fire (1981) e Blade Runner (1983), mas o Aphrodite’s Child nunca mais retornou à ativa.

Koulouris adotou apenas o nome Silver, vindo a participar do álbum Souvenirs De Roussos (1975), além de fazer parte por um bom tempo da banda de Vangelis. Sideras lançou seu segundo álbum solo, Pax Spray (1973), participando do álbum My Only Fascination (1974) de Roussos, além de fazer parte das bandas Ypsilon (ao lado de Lakis Vlavianos e Dimitris Katakouzinos), com quem lançou o disco Metro Music Man (1977) e vários compactos, e também do Eros (com Lakis Vlavianos, Charis Chalkitis e Dimitri Tambossis), com quem lançou apenas o compacto ‘Rain Train / I Can See It’, em 1971. Trabalhou em vários discos de outros cantores, como L’Alba (Riccardo Cocciante – 1975), Love’s Fool e Dead Line (Sigma Fay – 1979 e 1981) e em 2008 lançou o CD Stay With Me (2008).

O Aphrodite’s Child entrou para a história da música grega como a principal banda daquele país, e marcou época nos anais do rock progressivo em suas duas distintas fases, a primeira marcada por baladas e simplicidade e a segunda por 666 (1972). Cavuque nos sebos atrás dessas preciosidades, e descubra que nem só a Inglaterra fazia rock progressivo de qualidade nos anos setenta, e principalmente, saboreie os 40 anos de um dos principais discos do rock progressivo.

Publicado originalmente no Consultoria Do Rock

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