‘O Mutantes Acordou’, Diz Guitarrista Sérgio Dias


Banda prepara primeiro disco de inéditas em mais de 30 anos. ‘Mutantes Depois’, primeira faixa nova, será lançada na internet.

Como um gigante que desperta de mais um período de hibernação, Os Mutantes está faminto por novos desafios. Em entrevista ao G1, o guitarrista e “cérebro” do grupo, Sérgio Dias, fala sobre a nova fase da banda, marcada pelo lançamento, em breve, do primeiro disco de inéditas do grupo em mais de 30 anos.

Sem a companhia da colega Zélia Duncan e do irmão Arnaldo Baptista – mas com as participações do norte-americano Devendra Banhart e do baiano Tom Zé no álbum – o músico lançará na internet a primeira faixa nova do grupo, providencialmente intitulada “Mutantes Depois”.

A atual formação da banda conta com Dinho Leme (bateria), Simone Soul (percussão), Henrique Peters (teclados, flauta doce e vocais), Vitor Trida (teclados, flautas, viola, cello e vocal) e Vinícius Junqueira (baixo). Fábio Recco e sua esposa, Bia Mendes, assumem os vocais. “Nos conhecemos há duas décadas. Ela canta há muitos anos e isso foi um grande barato. Às vezes você olha pra fora e não enxerga o que está perto”, comenta Dias.

A primeira apresentação do novo grupo será na Virada Cultural, em São Paulo, no próximo dia 26. Na ocasião, o Mutantes deve incorporar ainda faixas que não vinham sendo tocadas nos shows mais recentes, como “Não vá se perder por aí”, entre outras.

G1 – Quantas músicas estão prontas?
Sérgio Dias – Nove ou 10. “Mutantes Depois” é a primeira. Além da própria banda, o Devendra Banhart faz uma participação nos vocais. Quando estávamos em Londres, ele mandou um recado pra gente dizendo que ele queria ser roadie, se precisasse. Ele queria estar perto de qualquer maneira. É um doce de pessoa, um amor. Nós ficamos muito amigos e estamos planejando um monte de coisas.

G1 – E a participação do Tom Zé, como aconteceu?
Sérgio Dias – Ele era só um conhecido – eu era muito criança pra ser amigo do Tom Zé, não tinha nada pra falar, só a ouvir. Foi genial a gente ter se encontrado no aniversário de São Paulo em 2007. Começamos a fazer música juntos e foi como goiabada com queijo. E tem coisas que estão acontecendo que geralmente não acontecem entre Mutantes. Por exemplo, eu fiz a letra e o Tom Zé fez a música. E ele arrasou, bicho. Ficou um escândalo.

G1 – Fale mais sobre a música nova.
Sérgio Dias – A gente quis fazer essa música também porque a gente não agüenta mais não dar alguma coisa nova pros fãs. Não sou um cara que vai ficar tocando músicas antigas pelo resto da carreira. O Mutantes está no século 21 agora, o Mutantes acordou, o Mutantes renasceu. Uma banda que existe tem que mostrar músicas novas. A gente é artista, tem isso no coração. E o feedback das pessoas tem sido maravilhoso. Então o próximo passo seria fazer um disco novo, é algo que eu tenho falado desde o começo.

G1 – O que o público pode esperar dessa nova fase?
Sérgio Dias – Os fãs podem esperar, deixa eu ver… Muito sexo! [risos] Por exemplo, eu acabei de fazer uma guitarra nova. Não dá pra tocar Mutantes com uma Stratocaster ou uma Gibson, não tem sentido. A minha antiga tem 37 anos e ela tinha suas limitações. Então desenvolvi um passo além. Essa nova está um absurdo, estupenda. E foi feita pra ter um som novo.

G1 – Como está sua relação com o Arnaldo?
Sérgio Dias – Minha relação com ele é perfeita, o único problema é alcançá-lo. Toda vez que eu tento ligar, a tutora dele, no caso, não me permite falar com ele. É algo muito dolorido pra mim, por isso eu digo que estou de luto. É muito difícil, muito triste não poder estar com meu irmão do meu lado fazendo a coisa que ele mais gosta. Eu entendo que eles queiram fazer a vida ficar mais pacata, mais simples, porque o trampo é muito pesado. Não é fácil fazer o que a gente fez.

G1 – E a saída da Zélia Duncan, como foi?
Sérgio Dias – Foi relax, numa boa. Ela tem a carreira dela, foi uma coisa sazonal. A passagem dela pelo Mutantes foi excelente, muito divertida. Foi muito gostoso. Fiz aquela declaração [de que Zélia não era uma mutante, e sim uma “transformer”] e entenderam tudo errado. Respondi e assim mesmo as pessoas falam como se eu estivesse me desculpando. Quem devia estar se desculpando são eles, que leram a coisa de uma maneira maliciosa e feia. Eu não tenho esse tipo de pensamento. Não que eu seja santo, mas eu não tenho essa maldade. A história do Transformers é única e exclusivamente relativa a “X-men”. Existe uma grande diferença entre a palavra “transformer” e “transformist”.

G1 – O que te inspirou a voltar a compor?
Sérgio Dias – O que me inspirou foi basicamente essa volta da banda. Muita gente sempre cobra isso ou aquilo, quem vai estar ali, quem vai estar cá, se esse saiu, se aquele saiu, quando na realidade o Mutantes voltou porque as pessoas fizeram acontecer. Tanto que, uma vez que decidimos fazer o Barbican, um mês depois estávamos marcando turnê nos EUA sem ter tocado uma nota. Sem empresário, sem gravadora, sem nada atrás, a não ser os nossos fãs. Eles é que me inspiraram a fazer essa música.

G1 – Está contente com o resultado?
Sérgio Dias – Terça a gente tocou “Mutantes depois” pela primeira vez aqui no estúdio com a banda inteira. Está um escândalo. Adorei, fiquei aplaudindo os músicos. Estou tão feliz de poder ver tudo isso. Foi muito difícil reorganizar tudo. Todo mundo diz que acabou, eu digo “acabou porcaria nenhuma”. Nem a pau! A cabala dizia que terça era dia de terminar as coisas. Foi realmente maravilhoso poder dormir com o trabalho do guerreiro feito.

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Novos Grupos Para O Site – Last FM e Orkut


Acabo de criar um novo Grupo no last FM para o Progshine, assim, poderemos trocar informações musicais e sabermos o que os leitores do site andam ouvindo, para quem já o conhece o site basta ENTRAR NO GRUPO.

Para quem ainda não o conhece, o Last FM é uma comunidade que ‘contabiliza’ o que você anda ouvindo, sendo assim seu perfil no site mostrará tudo que anda ouvindo desde que seu player esteja configurado corretamente. Para maiores informações ENTREM NO SITE.

E para quem ainda não conhece, e já é cadastrado no Orkut, também temos a comunidade do site, para participar CLIQUE AQUI, e deixe suas impressões ou sugestões.

Symphony X Anuncia Novos Shows No Brasil


A banda norte-americana Symphony X volta ao Brasil para novas apresentações. O grupo de Prog Metal anunciou três shows no país durante o mês de outubro. O primeiro show será no dia 23, em Salvador. No dia seguinte o Symphony X se apresentará em Recife. A última data anunciada é dia 25, com uma apresentação no Credicard Hall, em São Paulo. Os locais dos shows em Salvador e Recife ainda não foram confirmados.

A banda continua em turnê mundial na divulgação do álbum Paradise Lost (2007), lançado em junho do ano passado. Segundo a Nielsen SoundScan, que contabiliza o número de vendas de música nos Estados Unidos, o álbum vendeu mais de seis mil cópias na primeira semana de lançamento. A banda esteve no Brasil no mês de lançamento do álbum.

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Porcupine Tree Cheio De Projetos Para 2008


Os integrantes da banda Porcupine Tree terão um ano cheio de trabalho, seja com o grupo ou individualmente. Entre os planos para este ano, estão relançamentos, álbuns solo, gravação de DVD, produção de outros artistas e lançamento de um álbum ao vivo.

Para começar, o grupo terá relançado no dia 29 deste mês o álbum Lightbulb Sun (2000), lançado originalmente em 2000 e que traz músicas como “Shesmovedon” e “How Is Your Life Today?”. O álbum virá com uma nova mixagem e som em ‘5.1 digital surround’ feito pelo líder do grupo, Steven Wilson.

Em setembro o grupo pretende lançar um álbum ao vivo, mas ainda não foram divulgadas informações sobre esse trabalho. Em outubro o Porcupine Tree irá filmar algumasapresentações que serão editadas e lançadas em DVD em 2009.

Outros projetos envolvendo integrantes do grupo são os lançamentos dos álbuns solos de Steven Wilson, do baixista Colin Edwin e do tecladista Richard Barbieri. Além disso, Wilson lança em maio novo álbum de sua outra banda, No-Man, e continua trabalhando na produção do próximo álbum do grupo Anathema. Haja tempo disponível.

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Júpiter Maçã Lança Álbum E Grava DVD Ao Vivo Em Porto Alegre


Depois de três anos da conclusão do álbum, o gaúcho Júpiter Maçã (vulgo Flávio Basso) faz finalmente nesta segunda-feira, em Porto Alegre, o lançamento oficial de Uma Tarde na Fruteira (2008), disponível no Brasil desde fevereiro. O disco havia sido lançado no início de 2007 na Espanha, mas permanecia inédito em território nacional. Com 15 faixas, a versão brasileira tem seis a mais do que a européia, que fazia um apanhado dos álbuns anteriores do roqueiro.

Além de comemorar o lançamento de Uma Tarde na Fruteira (2008), o show na capital gaúcha, no Bar Opinião, também vai render o primeiro DVD ao vivo da carreira de Júpiter.

Ainda nesta semana, o músico viaja para Recife, onde toca em um dos palcos do festival Abril Pro Rock, no próximo sábado (12).

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Queensrÿche Confirma Novas Datas No Brasil


O site oficial do grupo norte-americano Queensrÿche confirmou novas datas no Brasil. Além do Rio de Janeiro (08/05) e São Paulo (16/05), a turnê “Operation: Mindcrime Parts 1 & 2” passa pelas seguintes cidades:

09/05 – Porto Alegre-RS
10/05 – Belo Horizonte-MG
15/05 – Curitiba-PR

Informações gerais:
Data: 08/05 (quinta-feira) – Rio de Janeiro-RJ
Local: Citibank Hall (av. Ayrton Senna, 3000 – Cj. 1005 – Barra da Tijuca).
Preços:
Poltrona: R$200
Pista: R$100
Camarote R$250
Às 21h
Período de venda exclusiva para clientes Citibank: de 04/04/2008 a 10/04/2008
Ingressos à venda no site da Ticketmaster

Data: 16/05 (sexta-feira) – São Paulo-SP
Local: Credicard Hall (Av. das Nações Unidas, 17955).
Preços:
Platéia Superior 3: R$80
Platéia Superior 2: R$90
Platéia Superior 1: R$100
Pista: R$120
Camarote 2: R$250
Camarote 1: R$300
Às 22h
Período de venda exclusiva para clientes Citibank: de 04/04/2008 à 10/04/2008.
Classificação etária indicativa: 14 e 15 anos acompanhado dos pais ou responsável legal. Não será permitida a entrada de menores de 14 anos.
Ingressos através do site da Ticketmaster

Outras informações no site Agenda Metal

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