Festival São Caetano de Música Progressiva 2008


Dia 08 e 09/03 (sábado e domingo)

Apresentação de grupos com CDs já lançados e com boa repercussão de seus trabalhos no exterior, distribuídos na Europa, América e Ásia. Classificação etária: 10 anos. Ingressos: 1kg de alimento não-perecível.

08/03 – às 20h – banda “INDEX” e às 21h30 – banda “WEJAH”
09/03 – às 19h – banda “NAVE” e às 20h30 – banda “SIGMA”

Local: Teatro Paulo Machado de Carvalho

Informações

O Rock Progressivo Italiano


Por Diego Camargo

Hoje me deu vontade de falar sobre a Itália e o Rock Progressivo que por lá foi feito na década de 70. Falar sobre como o som virou um Ouroboros.

Praticamente o próprio estilo se engoliu!

Como assim? Vocês poderiam se perguntar. Pensem nisso, já viram a infinidade de bandas que existem na Itália dos anos 70?
Sites como o Progarchives e Italian Prog deixam a coisa bem clara, a quantidade de bandas e artistas desse país são tão grandes que até assustam.
Sim, é uma lista gigante e bizarra, só para que vocês tenham idéia, eu tenho cerca de 20Gb de áudio única e exclusivamente italiano com mais de 160 bandas/artistas, e eu não tenho nem 1/3 dessa lista toda, a coisa toda nos anos 70 funcionou de forma bizarra e rápida demais.

Sem contar o fato que normalmente os ouvintes são amantes fiéis do estilo italiano, todo cheio de peculiaridades.

Banco Del Mutuo Soccorso

Agora imaginem o seguinte: você tem uma demanda de 10 bandas lançando disco nessa semana, mas existem 50 pessoas para comprar esses discos, e nem todos tem dinheiro ou vontade de comprar todos os discos, o que acontece no fim das contas? Simples! As bandas acabam afundando por falta de público, são raríssimas as bandas que conseguiram lançar mais que 3 discos nos anos 70, e as poucas que conseguiram são os medalhões e que ainda estão na ativa.

Premiata Forneria Marconi, Le Orme e Banco Del Mutuo Soccorso, essas ainda atuam e lançaram uma série de discos ao longo das décadas e são mundialmente conhecidas.

Dessas bandas principais meus destaques são:
– Premiata Forneria Marconi – fase clássica Storia Por Um Minuto (1972) e o meu favorito Chocolate Kings (1975).
– Banco Del Mutuo Soccorso – Darwin! (1972)
– Le Orme – Felona E Sorona (1973)

I Giganti

Outras bandas apesar de terem lançados poucos discos em suas carreiras acabaram se tornando bandas clássicas também, são elas: Il Balleto Di Bronzo, Quella Vecchia Locanda, Il Rovescio Della Medaglia, Corte Dei Miracoli, Raccomandata Com Ricevuta Di Ritorno, L’Uovo Di Colombo, Alan Sorrenti, Osanna, Nova, New Trolls, Campo Di Marte, Museo Rosenbach, Jumbo, Jacula, Acqua Fragile, Formula 3, Alphataurus, I Giganti, De De Lind, Goblin, Cherry Five, Bliglietto Per L’inferno e Locanda Delle Fate e muitos outros.

Algumas dessas bandas acabaram se tornando ‘cult’ ao longo dos anos.

Dessas leva os meus destaques são:
– I Giganti – Terra In Bocca ‘Posia Di Um Delitto’ (1971)
– Alan Sorrenti – Aria (1972)
– Museo Rosenbach – Zarathustra (1973)
– Alphataurus – Alphataurus (1973)
– Cherry Five – Cherry Five (1975)
– Corte Dei Miracoli – Corte Dei Miracoli (1976)
– Locanda Delle Fate – Forse Le Lucciole Non Si Amamo Più (1977)

Paradiso A Bazzo Prezzo

Algumas bandas não ficaram conhecidas e ainda hoje não foram descobertas, na minha modesta opinião algumas delas são: Capitolo 6, Il Baricentro, Il Volo, Blocco Mentale, Juri Camisasca, Automat e muitas outras.

Das bandas menos conhecidas que eu acabei de citar, os meus destaques são:
– Capitolo 6 – Frutti Per Kagua (1972)
– Blocco Mentale – POA (1973)
– Juri Camisasca – Finestra Dentro (1974)
– Il Baricentro – Sconcerto (1976)
– Automat – Automat (1978)

Le Orme

Dentro desse ‘gênero’ chamado Progressivo Italiano, é claro, que temos os subgêneros, como o Sinfônico, o Hard, o Psicodélico, o Eletrônico e o Fusion, por exemplo.

Há ainda as bandas que vieram nas próximas décadas, claro que os anos 70 foram mais frutíferos, mas principalmente os anos 90 foram bem-vindos também.
Nos anos 90 posso citar excelentes bandas, todas com uma sonoridade mais moderna, porém com todo o espírito 70’s nas veias. São elas: A Piedi Nudi, Abiogenesi, Finisterre, La Maschera Di Cera, Arjuna, Gatto Marte e Standarte.

Dessas bandas eu posso recomendar:
– Abiogenesi – Il Giocoscuro (1996)
– Finisterre – La Meccanica Naturale (2004)

Finisterre

A coisa toda é a seguinte: todas essas bandas (me refiro as bandas dos anos 70) surgiram em uma mesma época, parecem que os jovens cresciam e todos recebiam algum instrumento musical, porque são muitos músicos em uma mesma época, fazendo assim com que o gênero e as bandas não obtivessem sucesso, mas deixassem um legado que faria inveja a toda a Europa do tempo dos compositores clássicos dos séculos XVII e XVIII.

Quis fazer um apanhado, mesmo que breve, sobre essa cena tão rica e tão bem servida de belas bandas e, principalmente, belos discos.

Comentários são sempre bem vindos.

Fontes para maiores informações:

Italian Prog

Progarchives

Progbibliography

Rock Progressivo Italiano – O Livro

Il Ritorno Del Pop Italiano – Livro

Wikipedia – Inglês

Wikipedia – Português

Last FM

Abraços

… and the Progshine!

II Cultura Rock


Por Lucas Rafael Ferraz

II Cultura Rock

O festival do qual fala esse artigo ocorreu no ano passado, e o artigo foi escrito alguns dias depois, entretanto resolvi colocá-lo aqui na coluna pra divulgar o evento, afinal festivais de rock progressivo tem que ser muito prestigiados pelos fãs do Brasil, já que não acontecem em abundância. E quem sabe esse ano se repita a dose!

Dia 11 de novembro de 2007, em Votorantim, aconteceu a segunda edição do Projeto Cultura Rock. E eu estava lá.

Eis o release do evento com meus comentários intercalados, confiram o som das bandas nos MySpace postados abaixo:

ACONTECE EM NOVEMBRO SEGUNDA EDIÇÃO DO PROJETO QUE RESGATA ASPECTO CULTURAL E FILOSOFICO DO ROCK O projeto Cultura Rock é um evento gratuito que reúne shows de bandas de rock cujo trabalho musical apresenta engajamento filosófico/ideológico e que contribua para o aprimoramento intelectual do público ouvinte. Ademais, o Cultura Rock funciona como um espaço para outras manifestações culturais e/ou profissionais relacionadas ao rock como dança, cinema, literatura, fotografia, desenho, artes plásticas, etc, sempre com o objetivo de expansão de consciência e cultura do público, que troca e adquire novas informações. Com apoio da Secretaria de Cultura de Votorantim, do projeto Provocare e da revista Rock Hard-Valhalla, o projeto foi idealizado a partir de uma observação no sentido de que o rock, a música e as artes em geral estão se distanciando cada vez mais de seu propósito essencial que é a expansão de consciência e aprimoramento intelectual e cultural da sociedade. Para que a arte não seja tratada apenas como um produto de consumo e passatempo vil, o Cultura Rock vem resgatar seu aspecto engajado, especialmente do rock, que tanta diferença fez nas décadas de 60, 70 e 80. “É preciso que as artes em geral recuperem seus reais valores. Ao longo dos anos, a música, o cinema, a literatura, etc, foram corrompidas pelo capitalismo ou ganharam sentido tão fútil que ao invés de servirem como agentes de progresso, elas mantêm o povo preso na gaiola da alienação. O rock sempre agiu na contramão disso tudo, mas há anos que também acabou sendo vendido ao sistema”, explica o jornalista Eliton Tomasi, editor da revista Rock Hard-Valhalla e coordenador do projeto Cultura Rock.
A primeira edição do Cultura Rock aconteceu em julho do ano passado em Votorantim e trouxe shows das bandas Laudany, Banda do Sol e Amyr Cantusio Jr, além de exposição de fotos de Flávio Hopp, fotógrafo das revistas Rock Hard-Valhalla e Comando Rock. Sucesso de público, o projeto teve ampla cobertura na imprensa regional e foi registrado em vídeo e lançado em DVD. Também em Votorantim, a segunda edição do projeto acontecerá no próximo dia 11 de novembro a partir das 17hs e esse ano reunirá especialmente bandas de rock progressivo e fusion/jazz rock, duas vertentes caracterizadas pela sofisticação e erudição musical. “Segmentos como o rock progressivo e o jazz-rock, por não serem estilos musicais de fácil assimilação pelas massas, ainda apresenta bandas e artistas com reais valores intactos. Aliados a uma musicalidade de alto nível, há toda uma temática e ideologia que podem levar o ouvinte a vários níveis de reflexão, seja social, político ou metafísico. E esse sempre foi e deve ser o propósito de qualquer direcionamento musical ou artístico, pois qual o sentido de uma arte vazia, ordinária e efêmera?”, questiona Eliton. Com o mesmo engajamento e característica da primeira edição, o Cultura Rock será realizado no Auditório Francisco Beranger e para entrada será cobrado um livro usado a ser doado à biblioteca municipal de Votorantim. “Atualmente há vários programas do governo e instituições sociais cuidando de problemas relacionados à fome, saúde, habitação, etc, mas em termos de educação nosso país é ainda muito desamparado. Com o Cultura Rock 2007 não só proporcionaremos um evento musical de alto nível artístico e cultural para quem se interessa por rock progressivo e jazz, como possibilitaremos que toda a sociedade tenha mais acesso ao conhecimento através das doações de livros à Biblioteca Municipal de Votorantim”, completou Eliton.

AS ATRAÇÕES

Apocalypse

Site Oficial:
http://www.apocalypseband.com
MySpace: http://www.myspace.com/apocalypsebr

Ícone do rock progressivo brasileiro, os gaúchos do Apocalypse são certamente a maior referência do estilo hoje no país.
Com mais de 20 anos de carreira, oito álbuns lançados – incluindo um duplo ao vivo gravado durante a turnê do grupo pelos Estados Unidos – o Apocalypse possui seus CDs lançados pela gravadora européia MUSEA. Nesta apresentação especial para o Cultura Rock 2007, os músicos estarão lançando o novo DVD gravado ao vivo em Niterói, no Rio de Janeiro, que marca a nova fase do grupo com composições cantadas em inglês. Essa será a primeira apresentação do grupo no interior paulista e eles varrerão toda sua carreira apresentando obras musicais que se tornaram verdadeiros clássicos do progressivo brasileiro além de novas composições que já foram registradas no segundo DVD previsto para ser lançado em 2008. A banda é formada por Gustavo Demarchi (vocal e flauta), Ruy Fritsch (Guitarra), Magoo Wise (baixo), Eloy Fritsch (Teclados) e Chico Fasoli (bateria).

O show da Apocalypse foi muito bom. Apesar de conhecer muito pouco da banda no dia do evento curti demais. Na semana anterior ao show eu encontrei o Disco Aurora Dos Sonhos, não lançado no Brasil, na internet. Ouvi o álbum a semana inteira, sem parar, o som me hipnotizou, a música Vindo das Estrelas é pura viagem.
Um dia antes do show, encontrei, no site do fã-clube da banda, o EP Magic disponível pra download. Ai tomei contato com a nova formação da banda, letras em inglês, os vocais diferentes e muito bons do Gustavo Demarchi, etc.
No show, comprei o DVD deles, ao vivo no Rio, que aliás está muito bom, muito bem acabado, capa, encarte interno, muito bonito, além, é claro, de uma apresentação sensacional. Ao final do evento fui aos camarins com mais alguns caras, fomos muito bem recebidos pela banda, foram muito gentis, batemos papo com Gustavo e Eloy principalmente, além dos outros, rolou autógrafo e foto.


Lumina Project

MySpace: http://www.myspace.com/Luminaproject

Trio instrumental de free-jazz/fusion que conta com músicos gabaritados e de currículos respeitadíssimos. O baterista Fabio Fernandes que já tocou com Rogério Duprat e Hermeto Pascoal segura a cozinha ao lado do renomado baixista Sizão Machado que é famoso pelo seu trabalho junto a Elis Regina, Chico Buarque, Djavan, Milton Nascimento, Ivan Lins, Chet Baker, entre muitos outros. A formação é completada pelo guitarrista Johny Murata que tem uma carreira sólida no campo da world music e música indiana. Essa será a primeira apresentação do trio e eles mostrarão músicas de seu primeiro CD auto-intitulado lançado de forma independente em julho desse ano.

Os primeiros da noite, que não poderia ter sido aberta de melhor forma. Do Lumina eu não achei nada na net, e a curiosidade era grande, afinal, só de ver os currículos dos caras ai em cima já dá pra imaginar que vinha coisa boa, e veio!
Jazz fusion de primeira, bateria muito bem tocada, guiando a música num ritmo quebrado, enquanto a guitarra viaja livremente e o baixo faz linhas sólidas e incríveis, aumentando a beleza de tudo. Logo no começo fiquei de cara no chão, foi fantástico ouvir e ver aquilo, o entrosamento dos três, o desenrolar dos temas, o jeito de cada um tocar se juntava e dava um resultado muito bom.
Ao final, fui eu lá pro camarim, e como tinha comprado o CD, pedi autógrafo e tirei foto. Os três muito simpáticos também, o baterista, Fabio sempre com um sorriso no rosto, e Sizão e Johny muito atenciosos.


Alpha III & Veronikka

Site Oficial:
http://br.geocities.com/amyr_alpha3
MySpace:
http://www.myspace.com/projectalpha3
Amyr Cantusio Jr. é multi-instrumentista, compositor, teósofo, psicanalista ambiental e historiador de música formado pela extensão universitária da Unicamp. Ele é considerado um dos principais músicos do rock progressivo brasileiro. Com mais de 30 anos de carreira liderando o projeto Alpha III, sua discografia inclui 20 Cds e sete LPs lançados no Brasil, Estados Unidos e Itália.
Reconhecido internacionalmente, ele ganhou o prêmio de melhor tecladista do mundo em vários festivais ao redor do globo: Espanha e Japão em 1986, Canadá em 1991 (Festival de Música Eletrônica Internacional); Itália em 1999 e Green Dolphin Third Anual International Critics and Musicians Poll, na Escandinávia e Holanda. Também foi premiado com a Medalha Carlos Gomes (Câmara de Vereadores de Campinas/SP) pelo primeiro lugar como arranjador e compositor do Projeto Guarani, em 1974. Nessa segunda visita de Amyr Cantusio a Votorantim, ele apresentará o projeto Alpha III & Veronikka que é baseado numa não fixação de normas ou princípios pré-estabelecidos. Seguindo um principio aleatório “Zen”, a idéia do projeto é fazer “acontecer” a música no palco, tendo os sons baseados nos “leitmotiv” (temas centrais) previamente escolhidos. Com influências de nomes como Dead Can Dance, Tangerine Dream, Brian Eno, Klaus Schulze, Art Zoyd & Univers Zero, o show será todo baseado em atonalismo e microtonalismo feitos com teclados e sintetizadores com nuances visuais de roupas, máscaras e mímica.

Logo após Apocalypse, volto pro auditório meio atrasado, Amyr e Mara já tinham começado a se apresentar. Foram três ou quatro músicas, experimentalismo total, tudo feito na hora, a não ser os vocais e letras de Mara. Amyr reclamou um pouco que não conhecia direito o equipamento, mas mesmo assim é inacreditável ver o que ele fez nos teclados, criando climas e efeitos que se encaixavam muito bem nos vocais hora lentos, hora cheio de sons, e sempre com ecos. Uma das músicas mais lentas ficou fantástica, Amyr fez muito bem a música enquanto ela cantava, e ficou intercalando efeitos de trovão que caracterizaram a música. E o que era mais impressionante, tudo feito ali na hora.
Eu, como de costume, fui pros camarins, e munido de um CD do Amyr, adquirido no dia, ganhei meu autógrafo e minha foto com ele mas acabei não tirando foto com a Mara.

Banda do Sol

MySpace:
http://www.myspace.com/Bandadosol

Sob textura rock progressivo e referências em nomes como Beatles, Genesis, Yes, Supertramp, Ravi Shankar e Deep Purple, a Banda do Sol é uma das mais antigas e renomadas da região de Sorocaba. Sua música é como um vôo rasante ao centro de energias cósmicas do universo numa atmosfera calma, ativa e em constante movimento. Cada nota possui freqüência exata para inspirar e despertar o conhecimento do Todo universal que é fonte primaria da magia dos sons. Nas letras, uma proposta introspectiva de conhecimento do “eu” e busca por paz presente e futura, objetivo universal de qualquer ser vivo. Formam a banda os experientes músicos Moacir Jr. (vocais/guitarras/violões), César Rodrigues (baixo), Fran Simi (guitarra) e Fábio Luiz (bateria).
A Banda do Sol promete um novo show cheio de novidades nessa segunda apresentação dentro do projeto Cultura Rock, sem deixar de lado suas principais composições como “Mahavishnu”, “Som do Sol” e “Tempo”.

Na última apresentação, Fábio, do Lumina, retoma seu lugar na bateria, ele também toca na Banda do Sol. Os outros músicos entraram e começou a apresentação dessa banda que tem um som muito agradável, vocais suaves, belas baladas acústicas, e ótimas passagens de teclado e guitarra. Um ótimo encerramento pra noite. Infelizmente estavam todos muito ocupados desmontando tudo no final e não deu pra tirar foto com eles.

Ao final do evento, fui embora com 2 Cd’s, 1 DVD, uma camiseta e os ouvidos cheios das maravilhosas apresentações da noite.

E que venha o de 2008!

Texto: Lucas Rafael Ferraz
Revisão: Diego ‘Progshine’ Camargo

Led Zeppelin Ganha Tributo Com Grandes Nomes


Por: Henrique Inglez de Souza

Depois da festejada reunião do Led Zeppelin no final do ano passado, a banda britânica voltou a ser destaque. Além das inúmeras especulações a respeito de uma turnê e de uma coletânea dupla, Mothership, chega a vez das homenagens. LedBox – The Ultimate Led Zeppelin Tribute acaba de chegar ao mercado e mostra o prestígio de Robert Plant, Jimmy Page, John Paul Jones e John Bonham.

Um supertime de músicos das mais variadas vertentes do rock registrou as 25 faixas do lançamento, que é duplo. Entre os nomes estão guitarristas de primeira, como Steve Morse (Deep Purple), Manny Charlton (ex-Nazareth) e Bruce Kulick (ex-Kiss). O tributo contou também com Joe Lynn Turner (ex-Rainbow, ex-Deep Purple), Rick Wakeman (Yes) e Paul Di’Anno (ex-Iron Maiden).

LedBox – The Ultimate Led Zeppelin Tribute chega ao mercado pela Cleopatra Records e tem as seguintes músicas:

Disco 1
01. Good Times, Bad Times
02. Houses Of The Holy
03. Babe I’m Gonna Leave You
04. When The Levee Breaks
05. Dazed and Confused
06. Whole Lotta Love
07. You Shook Me
08. Immigrant Song
09. Ramble On
10. Rock And Roll
11. D’yer Mak’er
12. Stairway To Heaven

Disco 2
01. Fool In The Rain
02. Dancing Days
03. Heartbreaker
04. Black Dog
05. All My Love
06. Kashmir
07. Misty Mountain Hop
08. The Ocean
09. Houses Of The Holy
10. The Rover
11. Dancing Days
12. Nobody’s Fault But Mine
13. Stairway To Heaven

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Timo Tolkki, Guitarrista Do Stratovarius Tem Gravações Originais De Sua Ópera Rock Roubadas


O finlandês Timo Tolkki, guitarrista do Stratovarius, tem se dedicado a uma de suas obras mais audaciosas: uma ópera-rock intitulada Saana – Warrior Of Light Part I, escrita pelo músico como um trabalho paralelo ao que realiza com sua banda de metal melódico.

Prevista para ser lançada por volta de abril ou maio, a ópera-rock já estava praticamente finalizada. Timo Tolkki produzia as fotografias para o material promocional quando tudo foi roubado. Tanto os originais de Saana – Warrior Of Light Part I como a arte da capa e uma bela guitarra Fender Stratocaster Jeff Beck roxa foram roubados em Helsinque (Finlândia).

As chances de reencontrar seus bens perdidos são mínimas. Depois desse incidente, o guitarrista disse não ter previsão do lançamento do projeto.

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Os Fãs Da Casa Das Máquinas Já Podem Comemorar!


A possibilidade do retorno da banda vem sendo estudada há tempos, mas agora é fato! O grupo que revolucionou o rock nacional nos anos 70 volta aos palcos, enquanto prepara um novo CD para 2008.
Dez anos se passaram desde o último álbum da banda. Este novo CD da Casa das Máquinas, além de músicas inéditas dando seqüência à carreira, contará com algumas regravações em novos arranjos.
O time que irá se apresentar no Festival Psicodália de Carnaval 2008 em 3/2/2008 na serra do Tabuleiro em Santa Catarina (não consegui confirmar se o encontro realmente aconteceu!), já está definido e conta com alguns integrantes originais, como; Netinho na bateria, seu irmão Marinho Thomaz na segunda bateria e Mario Testoni nos teclados e ainda no baixo e vocal Andria Busic (Dr. Sin) e na guitarra Faíska.
Casa das Máquinas

Breve histórico
Em 1973, o baterista Luiz Franco Thomaz, Netinho, apoiado pelo empresário e amigo Luiz Fernando Rocha, adquiriu toda infra-estrutura erguida pelo grupo Os Incríveis recém separado e sob nova direção, a Casa mudou de nome, literalmente.

Os tempos mudavam. Baseado na idéia de um bom e agitado rock’n’roll, o baterista criou o super grupo Casa das Máquinas, que logo partiu para apresentações por todo o Brasil.
As concorridas turnês nacionais, graças à grande estrutura de produção própria, incluindo escritório para comercializar os shows, equipe técnica, estúdio de gravação, equipamento completo de som, luz, amplificadores Marshalls, transportes, permitiam apresentações até em grandes estádios.
João Araújo, presidente da Som Livre comprou a idéia. Confiando no trabalho, deixou a produção à cargo de Netinho e em 1974 foi lançado o primeiro álbum, “Casa das Máquinas”, com destaque para a faixa ‘Tudo porque te amo’.

Fomos a primeira banda de rock da Sigla – Sistema Globo de Gravações de Áudio. A gravadora estava apenas começando, por isso João Araújo pediu ajuda até ao seu filho Cazuza, para escrever o nosso primeiro release”, afirma Netinho. Com a divulgação do CD pela TV Globo, não demorou muito para que a banda ficasse conhecida em todo o Brasil.
Além de Netinho na bateria, a primeira formação contava com Aroldo Binda – guitarra e vocal, Carlos Geraldo – baixo e vocal, Piska – guitarra e vocal e Pique Riverti – saxofone e teclados.
No ano seguinte, prosseguiam com o mesmo sucesso. Era hora de lançar o segundo disco, “Lar de Maravilhas”. Desta vez, o hit principal foi, Vou morar no ar, tema de novela da TV Globo.
Pique deixa o grupo. Marinho Thomaz (irmão de Netinho) e o tecladista Mário Testoni Jr. entram para o time. A nova formação traz um revolucionário diferencial: duas baterias. Com a entrada dos dois Marinhos, o rock tornou-se mais progressivo e mais poderoso.

As primeiras mudanças acarretaram outras, entre elas a saída de Aroldo e Carlinhos, para a entrada de João Alberto, no baixo e de Simbas, no vocal. Em 76 foi lançado o álbum “Casa de Rock”. A faixa-título alcançou um enorme sucesso.
A Som Livre resolveu investir no cenário internacional, lançando em Miami / 1977, uma coletânea de sucessos de artistas brasileiros cantando em castelhano (Rita Lee também estava nessa). A faixa 1 do lado A dos 2 discos LPs, são da “Casa das Máquinas” com Casa de Rock e Todo Porque te Quiero (Tudo Porque te Amo).
Casa das Máquinas, até hoje citada entre as maiores bandas do rock nacional, fez sua última apresentação na Argentina, em 1978. O estádio Luna Park, em Buenos Aires, com capacidade para 10 mil pessoas, foi palco de um encontro histórico entre a banda brasileira, Charly Garcia (Seru Giran), Leon Gieco e Nito Mestre.

“A BANDA QUE SÓ DEIXOU SAUDADE, AGORA VOLTA PRA CONFERIR QUE É A CASA DO TAL ROCK’N’ROLL”.

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