Mopho Se Apresenta Em Arapiraca Em Agosto


O grupo psicodélico alagoano  Mopho se apresenta em Agosto no Clube Dos Fumicultores, na cidade de Arapiraca, em Alagoas.

O Mopho apresenta o seu repertório de 3 discos, dando preferência ao seu disco mais recente, Volume 3 (2011). Na ativa desde 1996, o grupo lançou em 2000 (pelo selo paulistano Baratos Afins) o primeiro disco. O CD, batizado com o nome do quarteto, apresenta criativas canções escoladas nas sonoridades do rock dos anos 1960 e 1970. O trabalho colecionou elogios da imprensa brasileira e de gente como o maestro Rogério Duprat e o músico Darian Sahanaja, da banda americana Wondermints (e também integrante do grupo do ex-beach boy Brian Wilson).

O Mopho divide palco com a banda Gato Negro e o DJ Frank será responsável pelo som da casa.

Abaixo a banda toca uma das faixas de Volume 3 (2011), ‘Pessoas São De Vidro’:

Para comprar Volume 3 (2011) basta dar um pulo na gravadora da banda, a Pisce Records, NESSE LINK ou os discos antigos AQUI.

Informações:
Local: Clube Dos Fumicultores – Avenida Rio Branco, 475 – Centro – Arapiraca/AL
Data: 11/08/2012
Horário: 22 hrs
Abertura: Gato Negro
Ingressos: R$ 20,00 (Individual) ou R$ 80,00 (Mesa)
Fone: (82) 9609-8465/(82) 9629-2960
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Mopho Se Apresenta No Palco De Inverno Na Corrente Cultural 2011 Em Curitiba


A produtora curitibana De Inverno celebra dez anos com o festival Corrente Cultural. Serão três dias de eventos com performances dos grupos Mopho e Os The Darma Lóvers, mais workshop de produção musical, capoeira, poesia e bandas locais da cena curitibana.

O evento começa no dia 5 de Novembro e terá 12 horas de shows com bandas brasileiras sob os cuidados da produtora De Inverno. A partir do meio-dia, o Palco De Inverno, no Peppers’Bar, recebe as performances de dez bandas, duas com shows inéditos na cidade.
A banda gaúcha Os The Darma Lóvers, com 20 anos de estrada, se apresenta pela primeira vez em Curitiba com seu show completo. De Maceió vem a formação original da banda Mopho, que faz o primeiro show de lançamento do terceiro disco, Volume 3 (2011) fora do Nordeste.
Ao lado deles estarão Jair Naves, mostrando repertório de seu bem conceituado disco de estreia, Araguari (2010) e as paranaenses Te Extraño, Colorphonics, Liquespace, Easy Players, Pão De Hamburguer, Banda Gentileza e a estreante Reticênciaz, encarregada da abertura.

No dia 9 de Novembro será apresentado um Workshop sobre produção musical com Luigi Castell.

E o Palco De Inverno será também o início da celebração do aniversário de outro projeto da cidade de Curitiba, o PrasBandas, de Getúlio Guerra, que completa seis anos e se uni à De Inverno nessa ocasião. A proposta do PrasBandas é promover shows em espaços públicos em seus próprios bairros, com uma banda convidada mais experiente.
No dia 12, shows de bandas e músicos que já passaram pelos dois projetos. Haverá também uma roda com o Grupo Força da Capoeira, nas Ruínas de São Francisco, no Largo da Ordem.

Informações:
5 de Novembro – 12 Horas de Shows
Local: The Pepper’s Bar – Rua Inácio Lustosa, 496 / www.thepeppersbar.com.br
Horário: A partir das 12hrs

9 de Novembro – Workshop produção musical com Luigi Castell
Horário e local não divulgados

12 de Novembro – De Inverno+PrasBandas
Local: Ruínas De São Francisco
Horário: A partir das 11hrs

Blog

Novo Disco Do Mopho Traz Grupo Revigorado, Mas Com Marca Sonora Intacta


Por Pedro Brandt

Onze anos separam Volume 3 (2011), o terceiro álbum da banda alagoana Mopho, e seu disco de estreia — um dos mais relevantes do rock feito no Brasil desde então. Aliás, impossível contar a história recente do rock brasileiro sem falar da banda de Maceió. Na ativa desde 1996, o grupo lançou em 2000 (pelo selo paulistano Baratos Afins) o primeiro disco. O CD, batizado com o nome do quarteto, apresenta criativas canções escoladas nas sonoridades do rock dos anos 1960 e 1970. O trabalho colecionou elogios da imprensa brasileira e de gente como o maestro Rogério Duprat e o músico Darian Sahanaja, da banda americana Wondermints (e também integrante do grupo do ex-beach boy Brian Wilson).

Com a estreia debaixo do braço, eles participaram de programas de tevê, apareceram com destaque em listas de melhores discos do ano, tocaram em grandes festivais… Vendo de longe, parecia que o Mopho seria a próxima banda a sair do underground e alçar voos maiores — o que acabou não acontecendo. “Com o primeiro disco, a gente viajou bastante, teve uma certa projeção, mas as dificuldades continuaram. Houve uma ruptura na banda. O Leo, tecladista, saiu. E o teclado era um instrumento crucial para os nossos arranjos. Não sei. Não era para acontecer. Acho que a gente não estava preparado mesmo”, pondera o guitarrista e vocalista João Paulo.

Em 2003, o baixista Júnior Bocão e o baterista Hélio Pisca decidiram tentar a vida em São Paulo (onde formaram a banda Casa Flutuante). João Paulo e Leonardo permaneceram em Maceió — e, juntos, gravaram Sine Diabolo Nullus Deus (2004) (lançado em 2004 pela Baratos). O guitarrista deu continuidade ao grupo com outros músicos. Em 2008, o Mopho recebeu um convite para tocar, com a formação original, em São Paulo. Com Dinho Zampier nos teclados, o quarteto voltou aos palcos. A apresentação foi o primeiro passo para o surgimento de Volume 3 (2011).

Outra Fase
Mais do que um reencontro, o terceiro CD representa um novo momento para a banda. Desta vez, João Paulo, principal compositor nos dois primeiros, aparece apenas com duas músicas. “O Bocão é o cara nesse disco. Participei de boa parte dos arranjos, mas o mérito pelo capricho dos detalhes é dele. Fiquei ainda mais fã do Bocão”, elogia o guitarrista. “Me orgulho muito desse trabalho, não só porque imprimi uma certa identidade nele — por causa das composições e de outras contribuições. É maravilhoso ouvir o disco e saber que fizemos uma pré-produção bem direta e objetiva: quatro ensaios para gravar as bases e depois gravar o resto em um dia! Imagino o que poderíamos fazer se tivéssemos a possibilidade de passar um mês em estúdio”, comenta o baixista (desde 2009, de volta a Maceió).

A demora para o lançamento (o disco começou a ser feito há dois anos) se deve aos processos de pós-produção (mixagem e masterização). Vale lembrar que Volume 3 (2011) foi feito a custo quase zero, nos horários vagos em estúdios de amigos em Maceió. O resultado é o álbum mais bem produzido do quarteto.

As novidades não descaracterizaram o som do Mopho. A marca sonora da banda está intacta: a inconfundível voz de João Paulo continua melodiosa (e Bocão está cantando melhor do que antes) e o trabalho instrumental passeia pelos ouvidos convidando a momentos de reflexão ou viagens interplanetárias.

Satisfeitos com o disco que produziram, os músicos sonham alto. “O que eu queria mesmo é a música Quanto vale um pensamento seu na abertura da novela das oito!”, brinca João Paulo. “Ou então Prelúdio tocando no rodeio de Barretos”, continua, com uma pontinha de ironia na afirmação.

Abaixo a banda toca ao vivo uma das faixas do novo trabalho, ‘Quanto Vale Um Pensamento Seu’:

Três Momentos Da Banda
Mopho (2000)
O quarteto aglutina Mutantes, Beatles, Pink Floyd e todos os outros grandes dos anos 1960/70 em canções e arranjos cheios de personalidade. Clássico do começo ao fim.

Sine Diabolo Nullus Deus (2004)
De textura mais acústica e artesanal e canções mais intimistas, o segundo disco da banda é encantador, ainda que não cause o impacto do primeiro.

Volume 3 (2011)
Superar a estreia talvez  seja impossível, mas o novo disco, de clima mais setentista que os anteriores, mostra a banda novamente em ótima forma, com músicas que estão entre as melhores que eles já fizeram.

Volume 3
Lançamento Pisces Records, 10 faixas. COMPRE AQUI o disco novo e AQUI os antigos.

Myspace
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Fonte

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Mopho: Um Sopro De Esperança No Rock Nacional Prepara Disco Novo


O Mopho é sem sombra de dúvidas um sopro de esperança no Rock Nacional da última década! Apesar da carreira cheia de percalços e complicações devido ao nosso mercado ser elitista e burrocrata.

A história do Mopho nos remete de volta ao ano de 1997 quando João Paulo (voz e guitarras), Hélio Pisca (bateria), Junior Bocão (baixo) e Leonardo (teclados) começaram a compor o que viria ser o aclamado, e na minha opinião um dos melhores discos já lançados em terras brasileiras, Mopho (2000) pelo selo paulista Baratos Afins.

Músicas como ‘Nada Vai Mudar‘ , ‘A Geladeira‘, ‘Não Mande Flores‘ e ‘Mosca Sobre A Cabeça‘ são clássicas do primeiro disco e deveriam ter adentrado às portas dos clássicos do Rock Nacional.

Mesmo com um disco a beira da perfeição nas mãos e tendo feito shows aclamados como os do Abril Pro Rock em 2001, o grupo sofreu com as imposições do mercado e dificuldades financeiras que a maioria das bandas que apostam em ‘sons diferentes’ tem para conseguir gravar o segundo disco, Sine Diabolos Nullus Deus (2004), que saiu 4 anos depois.

O disco traz apenas João Paulo e Leonardo e foi registrado de maneira contida e acústica e não teve a produção que merecia, mas faixas como ‘O Amor É Feito De Plástico‘ e ‘A Música Que Eu Fiz Pra Você‘ merecem ser ouvidas com calma.
As dificuldades acabaram fazendo com que a formação da banda mudasse, Leonardo saiu da banda, dando espaço para Marcelo Mascaro (guitarras) durante um breve período enquanto Júnior Bocão e Hélio Pisca montaram o também elogiado Casa Flutuante em 2003, tendo lançado o disco A Terra É Nossa Casa Flutuante (2004) um ano depois.

O Mopho estava ‘morto’, apesar de shows ocasionais, incluindo uma apresentação em 2007 para comemorar os 10 anos de história do grupo.

Quando os fãs achavam que estava tudo perdido, e que os dois discos seriam o legado final da banda eis que em 2008 o grupo se reuniu novamente e um novo capítulo começou a ser escrito. A banda atualmente composta por João Paulo (voz e guitarras), Hélio Pisca (bateria), Junior Bocão (baixo) e Dinho Zampier (teclados) está em estúdio, registrando o tão aguardado terceiro disco de sua carreira. Ainda sem nome definido e com participação especial de Luiz Carlini (Tutti-Frutti) o grupo espera poder lançá-lo no começo de 2011.

Para quem não pode aguardar, 2 novas canções em suas versões demo podem ser ouvidas no MYSPACE da banda, são elas: ‘O Infinito’ e ‘Caleidoscópio’.

Que venha o Mopho para mais uma década de história e boa música em nosso país tão carente disso.

Myspace
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